Dono da Riachuelo se aproxima de partido evangélico e do MBL para alavancar candidatura
Reportagem de Anna Virginia Balloussier da Folha.
Apoiado pelo MBL (Movimento Brasil Livre) e em negociação com partidos como o PRB, braço político da Igreja Universal, o empresário Flávio Rocha acha que agora vai.
Ele tentou ser presidente em 1994, mas saiu daquela corrida antes do pleito. Desta vez, vê como trunfo o déficit “de nomes liberais na economia e conservadores nos costumes”. É aí que ele entraria.
Afinal, de liberal mesmo, diz, só Jair Bolsonaro e João Amoêdo. Na “direita globalista”, Geraldo Alckmin, Marina Silva e Álvaro Dias. Ecomo “esquerda revolucionária” (que lhe dá calafrios), Guilherme Boulos, “a gaúcha” (Manuela D’Ávila), Ciro Gomes “e quem quer que seja do PT”.
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