Dormir pouco é pior que se alimentar mal e sedentarismo, diz estudo

Uma pesquisa da Universidade de Saúde e Ciência de Oregon (OHSU), nos EUA, revela que dormir menos de sete horas regularmente está diretamente ligado a uma menor expectativa de vida. O estudo, publicado na revista Sleep Advances, analisou dados nacionais e identificou a privação de sono como o segundo fator que mais impacta a longevidade, superado apenas pelo tabagismo.
“Precisamos priorizar o sono tanto quanto priorizamos a alimentação ou os exercícios físicos”, afirmou o pesquisador Andrew McHill ao Science Daily. A pesquisa constatou que fatores como solidão, dieta e atividade física tiveram influência menor na quantidade de anos vividos em comparação com o sono insuficiente.
No Brasil, onde a média de sono é de 6,4 horas diárias, o padrão pode estar subtraindo anos de vida. Embora o estudo não tenha investigado as causas, já se sabe que o sono é vital para funções cardiovasculares e imunológicas.
