Em crise após denúncias e prisões, militares planejam festança open bar no Réveillon

Nos últimos dias, 25 militares, em um total de 37 pessoas, foram indiciados pela Polícia Federal no inquérito sobre a intentona golpista comandada por Jair Bolsonaro (PL) após a derrota nas urnas em 2022. A repercussão do caso, que originou uma cobertura expressiva pelos jornais e nas redes sociais, causou incômodo ao Clube Militar, que emitiu uma nota se dizendo vítimas de uma “narrativa”.
A investigação sobre generais como Augusto Heleno, Walter Braga Netto e Mário Fernandes bota água no chope dos militares que, historicamente, têm se safado de punições com anistias.
A suposta melancolia, porém, não é maior que o desejo de curtir as benesses que o setor oferece: o que resta saber é como será festa de Réveillon no Clube Militar do Rio de Janeiro, já programada e em fase de buscas de adesões.
Os festejos, com show da Banda Dr Music, coquetel e ceia, cobra ingressos de R$ 270 a R$ 320 para crianças e R$ 540 a R$ 640 para adultos. Os valores são diferentes para associados e convidados do evento.
O buffet, segundo o site do Clube, terá “open bar” de água, refrigerante, cerveja prosseco Salton, além do chamado serviço volante, que oferece caipirinha e caipivodka.
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