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Empresa anuncia a “desextinção” de animais como mamute e dodô; entenda

Projeção de como era um mamute, animal que viveu há mais de 50 mil anos. Foto: reprodução

A extinção de animais icônicos, como os mamutes, pode ser revertida, segundo algumas empresas de biotecnologia. Avanços na genômica prometem ressuscitar espécies extintas, como o mamute-lanudo, que desapareceu há cerca de 10 mil anos. A companhia Colossal Biosciences anunciou que os primeiros filhotes de mamute devem nascer até 2028.

No entanto, alguns cientistas contestam a promessa da empresa e afirmam que esses animais serão híbridos, com características tanto de mamutes quanto de elefantes.

Esse progresso na chamada “desextinção” foi impulsionado pela reconstrução dos cromossomos de um mamute de 52 mil anos, conforme publicado na prestigiada revista Cell em julho. A combinação de técnicas de biologia sintética, bioinformática e clonagem permitirá que seres que desapareceram há milhares de anos voltem a caminhar na Terra.

A recriação do dodô, extinto em 1681, é outro exemplo igualmente simbólico. A ave das Ilhas Maurício, caçada até sua extinção, tornou-se um símbolo da destruição causada pela ação humana. Agora, a ciência busca uma chance de reverter essa perda, trazendo essas criaturas de volta ao planeta.

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