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Entre ilegítimos: “pai de santo” que benzeu Temer não é reconhecido por associações de umbanda e candomblé

Foi um encontro de ilegítimos.

Segundo o Globo, Roberval Batista de Uzêda, de 52 anos, o Pai Uzêda, sujeito que benzeu Temer na convenção do PMDB, não é registrado oficialmente em nenhuma das federações e associações religiosas do país.

A União de Tendas de Umbanda e Candomblé do Brasil e a Associação de Ritos e Cultos Ancestrais no Brasil (Arcan), por exemplo, informaram que desconhecem sua atuação como pai de santo.

“É uma figura folclórica que não é de hoje. Não é sacerdote reconhecido. Nenhum sacerdote sério agiria dessa forma. Fez uma coisa teatral. Se fosse sério, não falaria sobre recomendação espiritual a não ser que Temer fosse em uma consulta. Mesmo assim, do ponto de vista ético, não poderia tornar essa coisa pública”, afirmou ao jornal o babalaô Ivanir dos Santos, para quem a atuação de Uzêda prejudica a imagem das religiões de matriz africana.

Pai Uzêda se defendeu argumentando que “já nasceu feito”. É igualzinho ao Michel, que já nasceu picareta.

“Agora vai”