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Especialistas analisam riscos de hormônios anabolizantes e insulina após morte de Gabriel Ganley

Gabriel Ganley – Foto: Reprodução/instagram

A morte do fisiculturista Gabriel Ganley, de 22 anos, ocorrida em 23 de maio de 2026, está sendo investigada pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo como morte suspeita. Não foram encontrados sinais aparentes de violência, e a causa oficial ainda não foi definida. Autoridades avaliam a possível relação do caso com o uso de hormônios anabolizantes, incluindo insulina e testosterona, utilizados sem orientação médica.

A insulina, hormônio essencial para o transporte de glicose para as células, é necessária para pessoas com diabetes, mas seu uso fora desse contexto pode provocar hipoglicemia. Segundo especialistas, doses inadequadas podem reduzir a glicose a níveis perigosos, causando confusão mental, desmaio, convulsões, coma e morte, especialmente quando o indivíduo está sozinho ou dormindo.

O Ministério da Saúde alerta que a testosterona e seus derivados podem gerar alterações no fígado, pressão alta, mudanças no colesterol, infertilidade, acne, queda de cabelo, agressividade e problemas cardíacos. O uso combinado de hormônios, dietas extremas, desidratação, treinos intensos e ausência de acompanhamento médico aumenta os riscos. “Aparência física não é sinônimo de saúde. E hormônio não é suplemento”, afirmou a pasta.