Estresse em gatos: veja os principais sinais e como ajudar o animal

Mudanças no comportamento do gato, miados excessivos e xixi fora da caixa de areia podem indicar estresse e merecem atenção do tutor. Outros sinais incluem tremores, isolamento, tentativas de fuga, coceira ou mastigação excessiva, alterações no apetite, diarreia, desconforto gastrointestinal e lambedura compulsiva, que pode causar feridas ou falhas no pelo.
O estresse em gatos pode ter relação com dor, doenças, socialização inadequada, envelhecimento e mudanças no ambiente. Gatos idosos, por exemplo, podem sentir desconforto por artrite, perder parte da visão, audição ou olfato e se assustar com mais facilidade. A chegada de novos moradores, móveis rearranjados, longos períodos sozinho em casa e experiências negativas anteriores também podem afetar o comportamento do animal.
A recomendação é não punir nem repreender o gato por comportamentos indesejados, porque isso pode aumentar o medo. Ao notar sinais persistentes, o tutor deve procurar um médico-veterinário para investigar problemas de saúde e, se necessário, um especialista em comportamento animal. Medidas como prateleiras e plataformas, esconderijos, arranhadores, brinquedos com petiscos, feromônios sintéticos e caixas de areia limpas ajudam a reduzir o estresse; em casas com mais de um gato, o ideal é ter uma caixa por animal e uma extra, em cômodos diferentes.
