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Estudante de Medicina presa por matar idoso já tinha histórico de tentativa de atropelamento

A estudante de Medicina Vitória Caroline Marangoni Schneider,
A estudante de Medicina Vitória Caroline Marangoni Schneider. Foto: Reprodução

A estudante de Medicina Vitória Caroline Marangoni Schneider, presa preventivamente após atropelar e matar Odair Brustolin, de 68 anos, em Porto Velho, já havia se envolvido em outro episódio de violência no trânsito. O empresário Célio Freire afirmou que ela bateu no carro dele e em outro veículo, agrediu um motorista e tentou atingi-lo de ré durante a confusão. “Ela deu ré para passar por cima dele. Meu funcionário conseguiu puxá-lo antes que fosse atingido”, disse.

O caso anterior ocorreu em frente ao restaurante de Célio, perto de onde Vitória mora. Segundo o empresário, ela parou o carro no meio da rua, colidiu propositalmente contra outro veículo, desceu e passou a agredir o motorista e um funcionário. Depois, atingiu o carro de Célio, que estava estacionado. Ele retirou a chave do veículo para impedir que ela deixasse o local e acionou a polícia. Ainda conforme o relato, Vitória subiu em uma viatura da Polícia Militar, danificou o para-brisa e o capô, xingou uma policial e mordeu a agente antes de ser contida.

Por esse episódio, Vitória respondeu por embriaguez ao volante e dano qualificado ao patrimônio público. O Ministério Público de Rondônia informou que ela firmou um Acordo de Não Persecução Penal após indenizar a vítima e os donos dos veículos, como não tinha antecedentes e cumpriu as condições, o caso acabou arquivado. No atropelamento que matou Odair, testemunhas disseram que a estudante discutiu com vítimas na rua, entrou no carro e avançou contra a residência. A defesa lamentou o caso e afirmou que o processo segue os trâmites legais, com garantia do devido processo, a Justiça também determinou exame para avaliar as condições psicológicas da investigada.