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Estudo mostra que insônia crônica pode envelhecer o cérebro em até 3,5 anos

Mulher deitada na cama com as mãos no rosto
Imagem ilustrativa – Reprodução

De acordo com reportagem da Galileu, um estudo publicado na revista Neurology aponta que a insônia crônica pode envelhecer o cérebro humano em até 3,5 anos. Os pesquisadores observaram que pessoas com o distúrbio apresentam maior incidência de alterações cerebrais relacionadas à memória e à capacidade de raciocínio, fatores que podem antecipar o declínio cognitivo.

A pesquisa também mostrou que indivíduos com insônia crônica têm 40% mais chances de desenvolver demência ou algum tipo de comprometimento leve das funções cognitivas. O distúrbio do sono, quando persistente, parece acelerar processos naturais de envelhecimento do cérebro, tornando-se um fator de risco importante para doenças neurodegenerativas.

Especialistas ressaltam que identificar e tratar a insônia é essencial para reduzir os impactos a longo prazo. Além do uso de terapias e acompanhamento médico, mudanças de hábitos ligados à higiene do sono podem ajudar a preservar a saúde cerebral e prevenir complicações futuras.