“Não precisava ter vergonha”: ex-chefe de UTI conta histórias inusitadas de pacientes

Aline Limas, de 31 anos, relembrou atendimentos que viveu ao longo de cerca de 11 anos na enfermagem, período em que também chefiou uma UTI. Entre os casos que guardou estão casos de pacientes que chegaram ao hospital com dores, mas demoraram a explicar que tinham objetos presos em partes íntimas do corpo.
Em um dos casos, um homem de aproximadamente 31 anos procurou atendimento com dores abdominais sem mencionar a situação. Uma radiografia identificou um frasco de desodorante preso no reto. “Eu disse que ele não precisava ter vergonha de nós, precisava contar o que tinha acontecido”, relatou Aline.
Ela também citou o atendimento a uma mulher que precisou de ajuda depois que um acessório íntimo se rompeu e parte dele ficou presa na vagina, além de um homem que procurou o hospital com uma aliança presa no pênis. Para a ex-enfermeira, a vergonha levava pacientes a adiar a busca por ajuda e dificultava o atendimento inicial.
