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Ex-diretor da Siemens diz que dois secretários de Alckmin receberam propina em cartel dos transportes

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Quatro políticos, entre eles dois secretários do governo Alckmin, foram citados como recebedores de propina do cartel que atuava no Metrô e na CPTM, o que levou a Justiça federal em São Paulo a enviar a investigação para o Supremo Tribunal Federal.

São eles Edson Aparecido (PSDB), chefe da Casa Civil de Alckmin, Rodrigo Garcia (DEM), secretário de Desenvolvimento Econômico, o deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) e o deputado estadual Campos Machado (PTB).

Aparecido e Garcia são deputados federais licenciados e só podem ser investigados em inquérito conduzido pelo Supremo. Os nomes estavam num depoimento sigiloso do ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer.

Rheinheimer também participou do esquema de pagamento de propina e temia ser punido por isso.

 

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FOLHA