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Fachin acerta ao separar casos de Moraes e Mendonça, diz professor

Plenário do Supremo Tribunal Federal durante sessão
Plenário do Supremo Tribunal Federal durante sessão. Foto: Reprodução

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, acertou ao separar os julgamentos envolvendo Alexandre de Moraes e André Mendonça, na avaliação de Marcelo Crespo, coordenador do curso de Direito da ESPM. Para o professor, a medida reduz o risco de uma divergência jurídica se transformar em confronto pessoal entre ministros. Com informações de UOL.

Em entrevista ao UOL News, Crespo afirmou que os dois temas têm conexão, mas exigem análises distintas. “Quando o ministro separa essas duas situações, ele está querendo dizer que são coisas que estão conectadas, mas elas são diferentes e a gente vai tratar isso de forma separada”, declarou. Segundo ele, o desmembramento também pode tornar o debate mais claro para o público.

A cientista política Isabela Kalil disse que a marcação de sessões separadas não representa “um revés completo”, pois uma sessão específica tratará da situação de Mendonça. Já Beto Vasques criticou o calendário definido por Fachin e afirmou que a sequência de sessões deve manter no noticiário uma “crise suprema” durante o período eleitoral. O julgamento do caso de Mendonça ficou marcado para o dia 23.