Uma petição submetida à Justiça por Gabriel Costa, filho da cantora Gal Costa, levanta questionamentos sobre as circunstâncias da morte da artista. O pedido de exumação do corpo é respaldado por dúvidas razoáveis quanto à causa do falecimento da cantora, argumentando que sua saúde estava aparentemente normal antes de sua morte.
Segundo informações divulgadas pelo O Globo, a petição destaca que Gabriel foi chamado ao quarto da mãe, Gal Costa, pela empresária Wilma Petrillo, que alega ter mantido uma união estável com a cantora. No momento em que encontrou Gal, já sem vida, Gabriel observou a presença de uma espuma em sua boca, o que despertou sua preocupação.
A petição também levanta questionamentos sobre a recusa de Wilma Petrillo em autorizar a realização de uma autópsia, contrariando a vontade de amigos e familiares. Além disso, é destacado o atestado de óbito que aponta como causa da morte um “infarto agudo do miocárdio, neoplastia maligna de cabeça e pescoço”, suscitando dúvidas sobre sua veracidade.
A defesa de Gabriel Costa fundamenta-se na Resolução nº 2.132/2015 do Conselho Federal de Medicina, que diferencia os tipos de morte e estabelece protocolos para os atestados dos óbitos. De acordo com esta resolução, o Samu pode atestar a morte apenas se esta for de causa natural conhecida e com consentimento da família.