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Freio de mão elétrico: entenda riscos e limitações em situações de emergência

Freio de mão elétrico. Foto: Divulgação

O freio de mão elétrico vem ganhando espaço nos carros mais modernos, substituindo a tradicional alavanca mecânica por um simples botão. O recurso traz praticidade, libera espaço no console e adiciona sofisticação ao interior do veículo.

No entanto, especialistas alertam que a tecnologia pode apresentar riscos em situações de emergência, já que depende totalmente de sistemas eletrônicos para funcionar. Diferente do freio manual convencional, que permite controle imediato e progressivo pelo motorista, o modelo elétrico depende de comandos da central eletrônica do carro.

Em casos de falha elétrica, pane na bateria ou defeito na unidade de controle, o dispositivo pode simplesmente não responder, deixando o condutor sem o recurso em um momento crítico. Outro ponto de atenção é a forma de atuação.

Enquanto a alavanca mecânica pode ser puxada gradualmente, permitindo controle em descidas ou até durante pane nos freios principais, o sistema elétrico tende a acionar de forma brusca, travando as rodas traseiras de repente e aumentando o risco de acidentes. Ainda assim, no uso cotidiano, o sistema oferece vantagens como acionamento automático ao desligar o veículo e integração com o assistente de partida em rampa.