Frio e geada atingem o Brasil: confira as regiões com chuva e temperaturas baixas

Uma massa de ar polar deve manter o frio mais intenso no Sul nesta terça-feira (16), com temperaturas baixas desde as primeiras horas do dia e chance de geada em áreas do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná. A queda nos termômetros tende a atingir com mais força as regiões de serra, a Campanha Gaúcha, o sul gaúcho, o interior catarinense e os pontos mais altos do Paraná. Em algumas cidades, a temperatura pode ficar perto de 0°C ou abaixo disso ao amanhecer.
No Rio Grande do Sul, a previsão indica tempo firme na maior parte do estado, mas o amanhecer concentra o frio mais intenso. A geada pode ocorrer na Campanha, na Serra, no Planalto, nos vales e na região central. Em Porto Alegre, o dia deve ter sol e tempo seco, com máxima em torno de 16°C. Em Santa Catarina, o frio atinge principalmente o Planalto Sul, a Serra e áreas do interior. No Paraná, a maior parte do estado deve ter sol entre nuvens, enquanto Curitiba pode registrar garoa na madrugada, muitas nuvens ao longo do dia e máxima perto de 18°C.
No Sudeste, a umidade ainda mantém muitas nuvens e chuva em parte da região, mesmo com a frente fria mais afastada no oceano. O maior risco de pancadas fortes fica no Rio de Janeiro, no Espírito Santo e em áreas de Minas Gerais, especialmente na Zona da Mata, no leste e no nordeste mineiro. Também pode chover no litoral de São Paulo e em áreas do leste paulista. Na capital paulista, a terça deve ter céu nublado, garoa ou chuva fraca em alguns momentos e máxima perto de 19°C. No Rio, a chuva pode começar cedo, com máxima em torno de 23°C.
No Centro-Oeste, a terça deve ter tempo mais firme em grande parte da região, mas ainda há possibilidade de chuva isolada em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e pontos de Mato Grosso do Sul. O Nordeste terá contraste entre chuva fraca no litoral e tempo seco no interior, com umidade baixa em áreas da Bahia, do Piauí e do Maranhão. No Norte, as pancadas de chuva atingem boa parte da região, com maiores volumes previstos entre Amazonas, Pará e Amapá, e risco de chuva mais forte no noroeste amazonense.
