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Sexo, ciúme e álcool: “Heartstopper” abandona inocência em despedida na Netflix

Kit Connor e Joe Locke como Nick e Charlie em Heartstopper
Kit Connor e Joe Locke como Nick e Charlie em Heartstopper. Foto: Reprodução

O filme “Heartstopper Forever”, que encerra a franquia de romance LGBTQIAP+ protagonizada por Nick, vivido por Kit Connor, e Charlie, interpretado por Joe Locke, estreou na Netflix nesta sexta-feira (17). A trama acompanha mais um ano dos jovens no Colégio Truham, enquanto decisões sobre universidade e anos sabáticos aproximam a possibilidade de os dois viverem separados.

No longa, Nick teme o impacto da distância sobre Charlie, ainda fragilizado, e começa a recorrer ao álcool. Charlie, por sua vez, enfrenta um ciúme crescente. À Reuters, Joe Locke afirmou que o filme marca uma mudança da franquia em direção a um público adulto. “Eles são jovens adultos, e seria negligência da nossa parte não mostrar isso à maneira deles”, disse. “Se mostrássemos esses jovens sem fazer sexo, isso seria irrealista, porque adolescentes fazem sexo.”

Baseada nas HQs de Alice Oseman, “Heartstopper” ganhou projeção global ao tratar de amizade, amor, identidade, bissexualidade, saúde mental e planos para o futuro. As três temporadas anteriores estão disponíveis na Netflix. O último volume da história, “Heartstopper: Para sempre”, saiu no início do mês e serviu de base para o filme. Alice Oseman também participará da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, com uma conversa sobre a série em 5 de setembro e um bate-papo com Daniel Ribeiro e Bruno Freire em 7 de setembro.