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Hopi Hari é acusado de omitir imagem de montanha-russa após jovem perder os movimentos

Montanha-russa Montezum no parque Hopi Hari
Montanha-russa Montezum no parque Hopi Hari, em Vinhedo. Foto: Reprodução

O Hopi Hari, em Vinhedo, no interior de São Paulo, é acusado de omitir imagens importantes para o inquérito que apura o traumatismo cranioencefálico sofrido por Júlia Bossoni após ela andar na montanha-russa Montezum, em abril. Aos 28 anos, a jovem perdeu os movimentos de um lado do corpo depois do incidente.

A advogada Luana Bossoni, que representa a vítima, afirma que o parque não informou à polícia sobre uma câmera operada por empresa terceirizada que registraria o trajeto da atração. As imagens apresentadas no inquérito mostram trechos anteriores e posteriores ao percurso, mas não a primeira descida da montanha-russa, ponto considerado relevante para esclarecer a dinâmica do caso.

O Hopi Hari declarou que entregou as imagens de suas câmeras em uma ação de produção antecipada de provas movida pela família e afirmou que a empresa terceirizada comercializa fotografias feitas em pontos determinados do trajeto. O parque também disse que vai custear retroativamente os cuidados essenciais de Júlia desde a alta hospitalar em Vinhedo.