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“Humilhante”: Pedro Turra gargalhou e empurrou jovem de lancha

Pedro Turra. Foto: Reprodução

Pedro Arthur Turra Basso virou alvo de uma nova denúncia após uma jovem relatar à Polícia Civil do Distrito Federal que foi empurrada de uma lancha no Lago Paranoá, em 1º de setembro do ano passado. Segundo o depoimento, ela caiu após um empurrão pelas costas, engoliu água e pediu ajuda, mas o ex-piloto teria rido e se recusado a socorrê-la. Sem escada na embarcação, precisou nadar até o deck de um clube para sair.

Segundo a coluna Na Mira no Metrópoles, a jovem afirma que já vinha sofrendo “brincadeiras inadequadas e humilhantes”. Em outro episódio, entre julho e agosto de 2025, relatou ter recebido descargas elétricas dentro de um carro, mesmo após pedir que parassem. Também denunciou que, em 7 de junho de 2025, durante evento no Jockey Club, foi forçada a ingerir vodca. Segundo o relato, ouviu a ordem: “Abre a porra da boca”, antes de a bebida ser introduzida à força.

As acusações ganharam maior repercussão após a morte de Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, agredido em 22 de janeiro, em Vicente Pires (DF). Ele levou um soco e bateu a cabeça na lataria de um carro. O jovem ficou internado no Hospital Brasília e morreu em 7 de fevereiro, após duas semanas na UTI.

Turra teve a prisão preventiva decretada e mantida pela 2ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. O Ministério Público o denunciou por homicídio doloso qualificado por motivo fútil, com pena que pode chegar a 30 anos. Em nota, a defesa afirmou respeitar as decisões judiciais, mas disse discordar “de forma técnica e fundamentada” e informou que recorrerá aos tribunais superiores.