IA invade treinos e expõe riscos que preocupam atletas; entenda

O uso de inteligência artificial para montar treinos físicos tem crescido entre atletas e praticantes de atividade física, com plataformas como ChatGPT e Claude sendo utilizadas para criar planos personalizados. Levantamento do setor indica que cerca de dois terços dos frequentadores de academia recorreram a softwares com IA em 2025.
Entre os usuários, há relatos de planos estruturados, ajustes com base em desempenho e recomendações sobre ritmo, recuperação e alimentação. Em alguns casos, a tecnologia foi utilizada para preparação em provas como maratonas e triatlos, com adaptação contínua conforme os dados fornecidos pelo próprio atleta.
Especialistas apontam limitações, como erros em cálculos e ausência de análise de fatores não verbais, além do risco de sobrecarga ou lesões. A IA opera com base nas informações fornecidas pelo usuário e pode não captar sinais físicos importantes, o que mantém o acompanhamento humano como referência em treinos de maior complexidade.
