Instrutores que arremessaram jovem sem corda têm prisão convertida em preventiva

A Justiça de São Paulo manteve presos os três instrutores detidos após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante uma atividade de rope jump em Limeira, no interior paulista. Em audiência de custódia realizada neste domingo (14), o Tribunal de Justiça de São Paulo converteu as prisões em flagrante em prisões preventivas.
Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos, Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32, e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27, aparecem nas imagens registradas no local da atividade. Eles participavam da operação do salto realizado na Ponte do Esqueleto, onde ocorreu o acidente que resultou na morte da jovem.
Maria Eduarda foi lançada de uma altura aproximada de 40 metros sem a corda de segurança utilizada na prática do esporte. A vítima sofreu politraumatismo e morreu no local. O caso provocou grande repercussão e passou a ser investigado pelas autoridades paulistas.
Os três presos atuavam em funções diferentes. Luis Felipe é bombeiro civil, Vitor de Freitas trabalhava como operador turístico e Maicon Fernandes possui uma empresa ligada à área de pós-produção cinematográfica. O sepultamento de Maria Eduarda ocorreu neste domingo, no Cemitério Municipal de Jandira, sob forte comoção de familiares e amigos.
CENAS HORRÍVEIS! 🚨
Novas imagens foram divulgadas do momento em que, a garota de 21 anos, foi arremessada da "Ponte Esqueleto" em Limeira (SP), sem a devida proteção e faleceu da queda.pic.twitter.com/mbUDHqcqAh https://t.co/XzSnkVdFZq
— Odnalda Whigson Fênix🐦🔥 (@OdnaldaW2) June 13, 2026
