Jefferson atribui a deputado do PT veto judicial à posse da filha como ministra

O presidente Roberto Jefferson partiu para o ataque, a seu estilo.
Em relação ao veto judicial à posse da filha, Cristiane Brasil, como ministra do Trabalho, disse, em entrevista à BandNews FM: “É uma forçação de barra, uma coisa inacreditável”.
Ele atribuiu o movimento de resistência ao deputado Wadih Damous, do PT, ex-presidente da OAB do Rio de Janeiro.
“Esse movimento dos advogados impendentes do Rio é um grupo de esquerda ligado ao (deputado) Wadih Damous, que foi presidente da OAB. É uma orquestração de esquerda, o troco que estamos recebendo pelas nossas posições de resistência”, declarou Jefferson.
Disse também: “A decisão (na Justiça) será revertida porque não tem fundamento, ela é absurda”.
Em entrevista à rádio Gaúcha, Jefferson disse que Cristiane Brasil está apanhando por ser sua filha.
Nenhuma palavra sobre as picaretagens de que a filha é acusada, como manter empregado sem registo e impor jornada abusiva de trabalho a um motorista, sem pagar pelas horas extras.
Também pagou indenização trabalhista através da conta de funcionária lotada em seu gabinete, e usa dinheiro público para pagar empresa da tia da chefe de gabinete.
O que era para ser o resgate do nome da família — disse isso chorando, ao anunciar a filha ministra — acabou por jogá-lo na lama. Com a camisa amarela da Seleção Brasileira.
