Jornalista da Folha diz que imprensa deve fazer mea culpa por embarcar na onda de Jonatan Diniz

E a velha imprensa, mais uma vez, age como o dono da casa que coloca a tranca na porta depois que a a residência foi assaltada.
Artigo da jornalista Patrícia Campos Mello diz que os jornais deveriam ser mais céticos com a história de Jonatan Diniz, que armou para ser preso na Venezuela.
“Resta à mídia fazer uma mea culpa, já que embarcou na armação de Diniz, com muito pouco ceticismo”, afirmou.
Não foi o caso do DCM, que logo depois da prisão dele perguntou, em artigo: “Por que tanta obsessão com a Venezuela?”. Era óbvio.
Diniz é ativista político de direita e, na rede social, defende guerra civil contra Nicolás Maduro.
Se Diniz estivesse mesmo movido por sentimento altruísta, ele poderia distribuir brinquedos a muitas crianças pobres que, infelizmente, vivem no Brasil.
Ou ido para o Haiti, onde a miséria é grande. Diniz surfou na onda anti-venezuelana que cega jornalistas engajados ideologicamente ou a serviço da imprensa manipuladora.
