Juiz nega sigilo em processo de Virginia e diz que ela “não preserva intimidade”

O juiz Celismar Coelho, do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (TRT-18), negou o pedido de Virginia Fonseca e Zé Felipe para colocar em sigilo um processo trabalhista, alegando que a influenciadora não demonstrava preocupação em preservar sua intimidade. O magistrado apontou que ela já realizou, por exemplo, um ultrassom ao vivo num programa de TV.
“Ora, se a 2ª demandada [Virginia] confere publicidade a situação sensível como a narrada, revelado está a toda à evidência, que a 2ª acionada [Virginia] não está preocupada em preservar intimidade, como tenta fazer crer nestes autos”, afirmou o juiz.
Segundo a coluna Grande Angular no Metrópoles, o processo envolve um servente de pedreiro que trabalhou na obra da mansão de Virginia e Zé Felipe, localizada em um condomínio de luxo em Goiânia (GO). O trabalhador alegou que desempenhou funções diferentes das contratadas e pediu o pagamento da diferença salarial.
A obra foi realizada enquanto o casal ainda estava junto. O juiz Celismar Coelho analisou o mérito do caso e negou o pedido do servente, concedendo apenas a gratuidade de Justiça. A decisão foi tomada em 20 de novembro de 2025, quando o magistrado determinou a continuidade do caso sem a confidencialidade solicitada.
