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Homicídio ou suicídio? Júri decide caso de PM morto com três tiros

Ranielly Antunes Castro
Ranielly Antunes Castro. Foto: Reprodução

O Tribunal do Júri absolveu a cabeleireira Ranielly Antunes Castro da acusação de matar o marido, o policial militar Alan Damasceno Castro, em Osasco, na Grande São Paulo. A defesa afirmou que os jurados acolheram a versão de que o policial cometeu suicídio.

Segundo o Metrópoles, a absolvição ocorreu por 4 votos a 3. Alan morreu em outubro de 2016 após ser atingido por três disparos de pistola calibre .40: um na região entre o queixo e o pescoço e dois no tórax.

O Ministério Público acusava Ranielly de homicídio qualificado por motivo torpe, enquanto a defesa sustentava que Alan atirou contra si próprio durante uma discussão do casal. Os laudos periciais não determinaram a autoria dos disparos e consideraram possíveis tanto a hipótese de homicídio quanto a de suicídio. Ranielly respondia ao processo em liberdade.