Meta é acionada para investigar exclusão de provas após morte de jovem em rope jump

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) pediu à Meta informações sobre o perfil da empresa de rope jump envolvida na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos. A jovem morreu em junho após cair de cerca de 40 metros durante um salto na Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior paulista.
O ofício questiona se a empresa apagou publicações depois do acidente e solicita explicações para a desativação da conta no Instagram. Na tentativa de acessar o perfil, as autoridades não conseguiram concluir o login com os dados entregues por Evelyne dos Santos Gonçalves, apontada como CEO da empresa, porque a autenticação em duas etapas dependia de um celular não identificado.
Luís Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra, Vitor de Freitas Gonçalves e Evelyne foram denunciados por homicídio com dolo eventual e seguem presos. O Ministério Público de São Paulo afirmou que os responsáveis não fizeram a checagem da corda de segurança nem a dupla verificação dos equipamentos; a denúncia também atribui fraude processual a Evelyne pela retirada da câmera usada pela vítima e pela exclusão de seu conteúdo.
