Justiça de SP revoga tornozeleira eletrônica da Japa do PCC; entenda

A Justiça de São Paulo revogou o uso de tornozeleira eletrônica e o recolhimento domiciliar noturno de Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como Japa do PCC. Investigada por suspeita de lavar dinheiro da facção, ela continuará obrigada a comparecer mensalmente ao juízo. Com informações de Metrópoles.
A decisão da juíza Paula Regina Schempf Cattan também impede Karen de deixar o estado sem autorização judicial e determina a entrega do passaporte em até cinco dias. A retirada do monitoramento eletrônico só poderá ocorrer depois que o documento for entregue. A defesa afirma que ela não está com o passaporte, apreendido em uma operação de busca e apreensão.
A Polícia Civil apura a movimentação de mais de R$ 35 milhões em recursos que teriam origem no tráfico de drogas. Na operação que levou à prisão domiciliar de Karen, em 2024, os agentes apreenderam mais de R$ 1 milhão em espécie, um veículo de luxo e mais de US$ 50 mil. O inquérito também investiga a relação dela com Samara Martins e Thiago Stabile, sócios da franquia Pink Lash entre 2017 e 2022.
