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Lindsey Graham, senador aliado de Trump, morre após doença súbita

O senador Lindsey Graham com o presidente Donald Trump. Foto: Alex Brandon/AP

Uma das principais vozes republicanas em política externa, Graham defendia uma atuação militar mais agressiva dos Estados Unidos e mantinha apoio constante a Israel e à Ucrânia. O senador havia retornado recentemente de Kiev, onde se reuniu na sexta-feira (10) com o presidente Volodymyr Zelensky e discutiu o avanço de novas sanções contra a Rússia.

O senador republicano Lindsey Graham morreu aos 71 anos na noite de sábado (11), após uma “doença breve e súbita”, segundo comunicado divulgado por seu gabinete. A causa da morte não foi informada. A família agradeceu as orações e pediu respeito à privacidade “durante este período extremamente difícil”.

Eleito para o Senado em 2002, Graham representava a Carolina do Sul desde janeiro de 2003. Antes disso, ocupou uma cadeira na Câmara dos Representantes durante a década de 1990. Ele também atuou como advogado da Força Aérea estadunidense antes de iniciar sua trajetória no Congresso.

No momento da morte, Graham presidia a Comissão de Orçamento do Senado. O republicano também havia comandado a Comissão de Justiça, período em que participou da confirmação de Amy Coney Barrett para a Suprema Corte, em 2020, e integrou negociações bipartidárias sobre uma reforma migratória em 2013.