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Livro virou acessório? Miniaturas literárias conquistam leitores na Bienal de São Paulo

Livros-chaveiro expostos na Bienal do Livro de São Paulo
Livros-chaveiro da Bienal do Livro de São Paulo. Foto: Reprodução

Os livros-chaveiro, chamados de book charms, ganharam espaço na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Pequenos, os volumes cabem no bolso e podem ser presos a bolsas e mochilas, combinando a função de leitura com a de acessório.

No estande da editora Pé de Letra, a servidora pública Juliana Cequinne comprou o título “365 reflexões estoicas” após se interessar pelo formato. Ela afirmou que pretende levar o livro na bolsa para ler uma reflexão por dia durante o trajeto de ônibus ao trabalho.

A tendência começou entre marcas de luxo e passou a ser adotada pelas editoras como uma forma de reforçar a identidade de leitor. Obras de autores como Clarice Lispector e Fiódor Dostoiévski já também circulam no formato reduzido.