Em estreia na campanha, Lula promete prender líderes de facções e defende soberania

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu neste domingo (16) sua campanha pela reeleição com um ato em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, região onde construiu sua trajetória como líder sindical. Ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do candidato petista ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, Lula afirmou que buscará um quarto mandato e atacou a direita pela condução da pandemia de Covid-19.
O petista colocou a segurança pública entre as prioridades da campanha e prometeu agir contra os chefes de facções criminosas. “É fácil matar o bandido numa favela. Agora, o cara que manda tá no apartamento de cobertura. O cara que manda está morando no condomínio e nós precisamos acabar com eles para poder acabar com o debaixo”, disse.
Lula também condicionou a criação de um Ministério da Segurança Pública à aprovação da PEC da Segurança pelo Congresso. A proposta amplia a participação federal no combate ao crime organizado. Alckmin defendeu a soberania nacional durante o evento e citou a proteção ao PIX e ao país, enquanto Janja homenageou Marisa Letícia e cantou um jingle ao lado do pastor e cantor Kleber Lucas.
[VÍDEO] CAI QUEM QUER: Depois de enrolar quatro anos, Lula promete criar Ministério da Segurança Pública para “dividir responsabilidade com estados e municípios” e “prender todo mundo”. https://t.co/ip91j4MkCO pic.twitter.com/gkD0AaPK57
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) August 16, 2026
