Marcelo Bretas, o “Moro do Rio”, heroi dos artistas cariocas: “Bíblia é o principal livro dessa vara”
O juiz Marcelo Bretas, da Lava Jato do Rio de Janeiro, aclamado como o novo Sergio Moro, virou darling dos artistas cariocas.
Um ato no último dia 4 juntou o pessoal do “Vem pra Rua” com a “Mídia Ninja”, mais Caetano Veloso, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Paula Lavigne, Marcelo Serrado (que faz o papel de Moro no filma da Lava Jato) e Lucinha Lins.
Bretas ouviu discursos com críticas a Gilmar Mendes, do STF, que deu o habeas corpus a Jacob Barata, de cuja filha o ministro foi padrinho de casamento.
Há alguns dias, estava em Curitiba dividindo um saco de pipocas com o amigo Moro na pré estreia do filme “Polícia Federal — A Lei é Para Todos”.
Ele é membro da Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul, no Rio de Janeiro. Um de seus irmãos é pastor.
A Bíblia fica ao alcance da mão, em sua mesa na 7ª Vara Federal Criminal, que assumiu em 2015, após 15 anos no interior do Estado.
Segundo a Folha de São Paulo, Marcelo Bretas deixou claro sua inclinação logo de cara. “No dia em que ele chegou, tirou a Bíblia da pasta e disse: esse é o principal livro dessa vara”, disse Fernando Pombal, diretor de secretaria.
