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Marília Mendonça deixou acervo que pode render 20 anos de novas músicas; entenda

A cantora Marília Mendonça. Foto: Reprodução

O empresário Wander Oliveira, dono da Workshow e administrador dos trabalhos de Marília Mendonça, afirmou que a família da cantora tem mais de 20 anos de músicas para serem lançadas. “Leão”, que foi publicada em dezembro de 2022, já se tornou a faixa mais ouvida pelos brasileiros em plataformas digitais.

A cantora morreu em 2021 e a administração das canções tem sido feita pela família (a mãe de Marília, Ruth Dias, e o cantor Murilo Huff, pai de Léo, filho e único herdeiro da cantora), pela Som Livre (que pode explorar comercialmente o que a artista fez em vida) e pela Workshow (empresa que sempre administrou sua carreira).

“A ideia é trabalhar 10 músicas por ano. Existem coisas para 20 anos, com folga”, afirmou Wander ao g1. A administração do acervo tem gerado controvérsias: “De Quem É a Culpa?”, dueto póstumo entre Marília e Cristiano Araújo, que morreu em 2015, foi criado a partir de programas digitais e o empresário disse não ter gostado da ideia.

Além das músicas gravadas em vida, o acervo inclui registros de lives feitas durante a pandemia, que deram origem ao disco póstumo “Decretos Reais”, incluindo a faixa “Leão”. Os administradores do acervo ainda disputam um pen drive da cantora, que guarda mais de 100 arquivos, como ideias de composições, gravações em voz e violão, covers e outros rascunhos.