Cirurgião é punido após gravar TikTok com paciente sedada e paga R$ 150 mil

Um caso fictício sobre um cirurgião plástico que grava uma dança para o TikTok durante uma bariátrica expõe os riscos da busca por engajamento nas redes sociais. Na história, o médico usa o corpo de uma paciente anestesiada na gravação, e o vídeo permite que familiares a identifiquem por marcas visíveis.
A situação hipotética não relata uma decisão real de cassação ou uma indenização específica, mas ilustra possíveis consequências da exposição sem consentimento. O Código de Ética Médica protege o sigilo e a intimidade do paciente, enquanto a Lei Geral de Proteção de Dados classifica informações de saúde como dados pessoais sensíveis.
Uma divulgação indevida pode gerar processo ético-profissional nos conselhos de medicina e ação judicial por reparação de danos. Hospitais também podem responder caso falhem na fiscalização do ambiente cirúrgico. Para conteúdo médico nas redes, o consentimento precisa ser livre, informado e específico, obtido antes de qualquer filmagem e sem comprometer a identificação ou a dignidade do paciente.
