Mídia estrangeira dá destaque para o atentado a tiros contra caravana de Lula
Do Falando Verdades.
Jornais estrangeiros começam a dar enfâse ao atentado a tiros contra ônibus da caravana de Lula, enquanto a mídia nacional ou faz “pouco caso” ou diz que “o PT falou”… a mídia estrangeira dá destaque ao atentado contra o ex-presidente, como um ato criminoso de opositores. Veja o resumo de três jornais sobre o atentado a Lula.
O jornal argentino Página 12, afirma que o atentado a tiros contra o ônibus do ex-presidente Lula, mostra o clima de guerra e intolerância política que vive o Brasil, onde dez dias atrás foi assassinada a vereadora Marielle Franco do PSOL, o jornal destaca que esse é o atentado mais grave depois de uma série de agressões de grupos conservadores a caravana de Lula. O jornal também afirmou que mesmo com ameaças de violência e confrontos por parte de grupos e milícias de direita, a caravana de Lula não teve escolta policial em alguns pontos.
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O jornal argentino também informou que o Estado do Paraná foi o único que negou escolta policial para acompanhar a caravana por todo seu percurso e também destacou a “atitude passiva” de policiais que deixaram manifestantes jogarem ovos e pedras no ônibus e na coletiva.
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O jornal The New York Times também deu destaque e comentou sobre o atentado a tiros sofrido contra ônibus da caravana do ex-presidente Lula, destacando que o ônibus da caravana teria sido alvejado na passagem de Quedas do Iguaçu para Laranjeiras do Sul. Que os passageiros do ônibus ouviram durante o trajeto o som das balas e que uma perícia e investigação irão averiguar o fato.
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O jornal também afirmou que o Ministro da Defesa, Raul Jungman, classificou o atentado contra o ônibus como algo inaceitável e que tomará todas medidas legais e cabíveis para as investigações do caso.
O jornal francês Le Monde, entrou em contato com um dos que estavam presentes no ônibus atingido por tiros hoje, o jornalista que estava no ônibus, relatou horrorizado o clima de insegurança e como as balas foram disparada ao longo da estrada no trajeto até Laranjeiras do Sul.
Segundo o jornal francês, Lula antes de ser alvo de tiros, falou que iria recriar Ministério da Agricultura Familiar e legalizar terras de quilombolas, fortalecer a pequena agricultura, isso soou como provocação a latifundiários da região, segundo apurou o jornal francês.
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Outro ponto que o jornal francês informou foi que o Estado do Paraná não forneceu escolta policial integral ao ex-presidente Lula e sua caravana. E o jornal também fala de um possível confronto que pode explodir em Curitiba entre simpatizantes de Lula e de Bolsonaro.
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