Movimento funk vai levar caso do massacre de Paraisópolis a tribunais internacionais

Publicado em 5 dezembro, 2019 10:30 pm
Novas imagens mostram a PM de Doria atirando e o sofrimento dos moradores de Paraisópolis. Foto: Reprodução/YouTube

Do UOL:

Articuladores nacionais do movimento funk anunciaram hoje que pretendem denunciar as mortes de nove jovens após intervenção da Polícia Militar na favela de Paraisópolis ao Tribunal Penal Internacional, em Haia, Holanda.

As declarações foram dadas por Bruno Ramos, produtor cultural envolvido com o funk há 20 anos e articulador do Movimento Nacional do Funk, e por Renata Prado, produtora e articuladora da Frente Nacional de Mulheres do Funk, durante audiência pública realizada hoje à noite na Assembleia Legislativa de São Paulo, sobre o caso Paraisópolis.

O encontro foi organizado pela deputada Erika Malunguinho (PSOL) e que teve apoio de outras deputadas do partido, de Leci Brandão (PC do B) e da bancada do PT. Segundo Renata, a ação policial durante baile da DZ7 em Paraisópolis faz parte de uma série de ataques e assassinatos de artistas de funk e frequentadores dos bailes funk no Rio e em São Paulo desde 2010.

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