Com câncer de mama terminal, mulher superametástase cerebral e tem 2ª filha

Maralee Lellio, de Ohio, nos Estados Unidos, recebeu aos 28 anos o diagnóstico de câncer de mama triplo negativo, em estágio 2B. Ela passou por mastectomia dupla e quimioterapia depois que uma mamografia confirmou que um nódulo na mama direita, inicialmente considerado benigno, havia crescido rapidamente.
Anos mais tarde, dores de cabeça e tonturas levaram à descoberta de uma metástase no cérebro. O tumor provocou convulsões graves, e Lellio passou por uma craniotomia para retirar a massa. Ela chegou a perder temporariamente a capacidade de andar, enquanto médicos afirmavam que não havia cura para a doença.
Na Cleveland Clinic, Lellio fez cinco sessões de radioterapia e iniciou o uso de um inibidor de PARP, medicamento oral usado em alguns tipos de câncer associados a mutações no gene BRCA. A médica Halle Moore afirmou que o tumor cerebral desapareceu e que ela deixou de apresentar sinais de doença ativa. Após interromper o tratamento para tentar engravidar, Lellio teve uma filha saudável em 2023.
