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Na mira dos EUA, Shein admite risco de pagar multa bilionária; entenda

Mulher usa celular diante de placa da Shein em Guangzhou, China
Mulher usa celular ao passar por uma placa da Shein em Guangzhou, na China. Foto: Reprodução

A Shein revelou que a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC) investiga suas operações no país. A empresa incluiu a informação em documentos apresentados para sua oferta pública inicial de ações em Hong Kong, mas não detalhou qual é o foco da apuração.

Em declaração anexada ao processo, a varejista de moda rápida afirmou que coopera com a agência e admitiu a possibilidade de um acordo. “O resultado da investigação, seja em acordo ou de outra forma, pode exigir pagamentos monetários significativos que possam ter um efeito adverso material sobre nossa situação financeira e os resultados das operações”, disse a companhia.

A FTC, órgão americano de proteção ao consumidor, não comentou o caso. A agência atua contra práticas comerciais enganosas ou desleais e já conduziu apurações sobre taxas ocultas, preços enganosos, reembolsos, privacidade e uso de dados. A Shein avançou com o plano de listar ações em Hong Kong após receber aprovação regulatória, mas ainda não há data definida para o início das negociações.