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Nomeado por Doria, novo comandante da Guarda é réu por desvio de dinheiro

Da Folha:

Nomeado no mês passado comandante geral da Guarda Civil Metropolitana pela gestão João Doria (PSDB), Carlos Alexandre Braga é réu sob a acusação de desvio de dinheiro público e falsificação e uso de documento público falso.

O inspetor também responde a ação civil pública por improbidade administrativa. Ele é acusado pelo Ministério Público Federal de ter participado de esquema de desvio de mais de R$ 200 mil de verbas federais por meio de convênio fraudulento entre a associação que ele presidia e a Prefeitura de Paraguaçu Paulista (422 km de São Paulo).

O comandante da GCM paulistana ainda não apresentou sua defesa no processo. Questionada, a Prefeitura de São Paulo ressaltou não ter havido ainda condenação (leia mais abaixo). Caso seja considerado culpado nos termos em que foi denunciado pela Procuradoria, Braga poderá pegar de 6 a 24 anos de prisão —ainda que a pena máxima seja improvável levando em conta os valores envolvidos. Além disso, poderá ter seus direitos políticos suspensos por até cinco anos e ter que pagar multa de até duas vezes a quantia supostamente desviada.