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O craque da Copa de 94 que se aposentou aos 28 e agora vende aspiradores de pó

Tomas Brolin em amistoso de veteranos, em 2023. Foto: Reprodução

Tomas Brolin, ex-atacante da seleção sueca e um dos destaques da Copa do Mundo de 1994, surpreende pelo rumo que deu à vida após o futebol. Terceiro colocado com a Suécia e quarto na Bola de Ouro daquele ano, atrás de Stoichkov, Baggio e Maldini, ele encerrou a carreira aos 28 anos, no auge, após passagens por Parma, Leeds e Crystal Palace.

“O futebol foi divertido quando eu era criança e tornou-se um emprego quando fiquei um pouco mais velho”, disse à Gazzetta dello Sport. Diferente da maioria dos atletas que se aposentam por lesão, Brolin parou por escolha própria.

“Estava cansado de treinar todos os dias e tinha outros projetos na minha cabeça. Sempre fui muito curioso”, prosseguiu. Ele abriu diversos negócios, incluindo uma empresa de aspiradores de pó, após conhecer um inventor que o inspirou a empreender: “Foi o empurrão que me fez não querer voltar ao campo”.

Conhecido nos tempos de jogador pelo apelido de “Brinquedo Assassino”, pela semelhança com o personagem Chucky, Brolin garante que não sente falta do futebol, embora continue acompanhando o Parma. “Vejo a beleza da vida em poder me surpreender sempre. Hoje vendo aspiradores e estou feliz, amanhã quem sabe…”, concluiu o ex-craque.