O futuro dos eletrônicos após a era do smartphone; saiba o que vem a seguir

Enquanto a Apple prepara o lançamento do iPhone 17 nesta semana, especialistas do setor apontam que o smartphone pode perder espaço nos próximos anos. A aposta das gigantes de tecnologia é que assistentes de inteligência artificial mais avançados assumam o papel central nos dispositivos pessoais, substituindo a importância de aplicativos e telas tradicionais. Esses sistemas automatizariam tarefas como agendar compromissos, gerar listas de compras ou organizar reuniões.
Empresas como Google, Meta, Amazon e Qualcomm já desenvolvem alternativas que podem redefinir a computação pessoal. Óculos inteligentes capazes de interpretar o ambiente, pulseiras com IA e até smartwatches “reinventados” surgem como candidatos a suceder o celular. A Meta, por exemplo, ampliou as funções de seus óculos Ray-Ban com integração de inteligência artificial, enquanto Google e Amazon investem em novos protótipos e dispositivos de ambiente.
O desafio, segundo analistas, será unir design, privacidade e durabilidade de bateria para que esses dispositivos se tornem populares. Apesar disso, a tendência já indica que a próxima grande revolução da tecnologia não virá de um novo modelo de smartphone, mas de soluções capazes de acompanhar os usuários de forma mais integrada ao dia a dia.
