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O que se sabe sobre a morte do idoso após receber dipirona em hospital

Raimundo Evangelista de Almeida. Foto: Divulgação

Raimundo Evangelista de Almeida, de 69 anos, morreu após receber dipirona no Hospital de Pronto Socorro (HPS) de Juiz de Fora, caso que passou a ser investigado pela Prefeitura e pela Polícia Civil. Segundo a família, o idoso era alérgico ao medicamento e a informação constava no leito e no prontuário.

Ele havia sido internado após ser atropelado por uma motocicleta em 24 de maio e, de acordo com parentes, estava consciente e com quadro estável antes da administração do remédio. Documentos apresentados pela família indicam que a dipirona foi prescrita e aplicada durante o atendimento. Após receber uma dose de 1 grama do medicamento, o paciente sofreu um mal súbito, conforme registro no prontuário, e morreu horas depois, na madrugada de 25 de maio.

Os familiares afirmam que alertaram a equipe sobre a alergia e defendem que houve falha no atendimento. Em resposta ao caso, a Prefeitura informou a abertura de procedimento administrativo e determinou o afastamento cautelar de um médico e de uma auxiliar de enfermagem.