O “sono compulsório” de Marielle fez o povo acordar, diz jurista

De Afrânio Silva Jardim, sobre a homenagem a Marielle Franco>
O “SONO COMPULSÓRIO” DE MARIELLE FEZ O POVO ACORDAR.
Vamos transformar o LUTO em LUTA.
Ela gostaria de saber que não morreu em vão.
Ela gostaria de saber que passou a ser um símbolo de resistência.
Ela gostaria de saber que, em vida e na morte, foi muito importante para fazer valer os seus valores, fundantes de uma sociedade justa, fraterna, sem preconceitos e generosa.
Ela gostaria de saber que a luta continua e que, ao morrer, ela pariu centenas de “Marielles”.
Afranio Silva Jardim, professor de Direito da Uerj.
