A Odebrecht e os arquivos da corrupção: caberia tudo em dois HDs e um pen drive?

Uma semana depois do advogado Rodrigo Tacla Durán denunciar na CPMI da JBS que os arquivos digitais da Odebrecht entregues à operação Lava Jato foram fraudados, os procuradores de Curitiba pediram a Sérgio Moro perícia no material encaminhado pelas autoridades suíças, país onde estavam os servidores do sistema. O que chama a atenção é o equipamento colocado à disposição para o trabalho pericial: dois HDs (discos rígidos) e um pen drive. Os servidores suportavam desktops individuais de cada usuário com acesso ao sistema Drousys. E eram dezenas. Caberiam neles arquivos de anos de comunicação e arquivo de todas as conversas e operações? É preciso verificar se, de fato, todo o sistema foi juntado ao processo. Ou apenas aquilo que interessava para atingir os alvos da investigação. Dois HDs e um pen drive…
