VÍDEO: Acusado de matar PM chora e diz ser “escravo” na prisão

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de matar a esposa, a soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, chorou ao negar o crime em interrogatórios à Corregedoria da PM e à Polícia Civil de São Paulo. Preso preventivamente desde 18 de março, ele sustentou que Gisele tirou a própria vida no apartamento do casal, no Centro de São Paulo, em 18 de fevereiro. Com informações do g1.
“Eu não matei minha esposa. Eu sonho todo dia com ela aqui. A Gisele cometeu suicídio”, afirmou o oficial. Ele também reclamou da rotina no presídio Romão Gomes, onde está detido, e disse ser tratado como “escravo”. O Ministério Público acusa Geraldo de atirar na cabeça da mulher com a própria arma e de simular um suicídio após uma discussão motivada por ciúmes e pela intenção dela de se separar.
Geraldo admitiu que apagava mensagens após discussões com Gisele e confirmou que teve relação sexual com ela antes da morte, informação que havia omitido inicialmente por considerá-la íntima. Um laudo complementar do Instituto de Criminalística, divulgado em setembro, concluiu que os elementos materiais contrariam a hipótese de suicídio e apontam feminicídio. Réu por feminicídio e fraude processual, ele será interrogado pela Justiça em 5 de outubro.
Caso PM Gisele – O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de matar a esposa, a soldado da Polícia Militar (PM) Gisele Alves Santana, chorou durante interrogatórios ao negar o crime e afirmou sofrer dentro da prisão, onde disse ser tratado como um “escravo”.
O oficial… pic.twitter.com/qTFuuEeRjI
— g1 (@g1) September 27, 2026
