Os 5 truques comprovados pela ciência para combater gordura visceral

A gordura visceral, que se acumula ao redor de órgãos como fígado e intestino, está associada a maior risco de infarto, AVC e diabetes tipo 2. Mesmo pessoas com peso considerado normal podem apresentar esse tipo de gordura.
A circunferência abdominal é um indicativo inicial: valores acima de 101,5 cm em homens e 89 cm em mulheres, medidos na altura do umbigo, são considerados sinal de alerta, embora exames como bioimpedância e ressonância confirmem o diagnóstico.
Estudos indicam que metas realistas de perda de peso têm impacto direto na redução da gordura hepática. Pesquisas do Hospital Universitário de Tübingen mostram que perder cerca de 5% do peso corporal pode reduzir em até 30% a gordura no fígado. A estratégia envolve priorizar alimentos naturais e reduzir o consumo de ultraprocessados, evitando restrições extremas.
A alimentação também influencia diretamente nesse processo. Pesquisadores da Universidade de Tufts observaram que o consumo de cereais integrais está associado a menor acúmulo de gordura visceral. Além disso, alimentos como o abacate, rico em gorduras monoinsaturadas, fitoesteróis e compostos fenólicos, estão ligados à redução de inflamação e melhora de indicadores metabólicos.
Veja as táticas apontadas por estudos:
- Perda de peso moderada: redução de cerca de 5% do peso corporal pode diminuir significativamente a gordura no fígado
- Alimentação natural: priorizar alimentos in natura e reduzir ultraprocessados ajuda no controle metabólico
- Consumo de integrais: ingestão regular de cereais integrais está associada a menor gordura visceral
- Inclusão de abacate: gordura monoinsaturada contribui para reduzir inflamação e melhorar indicadores de saúde
- Laser infravermelho: pode potencializar resultados quando combinado com dieta e exercícios, sob orientação médica
