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Pai admite ter estrangulado filha de 11 anos e recebe pena de 23 anos

Terezinha de Jesus Guinaia, Eduarda Shigematsu e Ricardo Seidi Shigematsu
Terezinha de Jesus Guinaia, Eduarda Shigematsu e Ricardo Seidi Shigematsu. Foto: Reprodução

Ricardo Seidi Shigematsu confessou ter assassinado a filha, Eduarda Shigematsu, de 11 anos, durante o júri popular em Maringá, no Norte do Paraná. O conselho de sentença o condenou a 23 anos, 6 meses e 22 dias de prisão por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e falsidade ideológica.

A sentença também determinou o pagamento de R$ 90 mil por danos morais à mãe da menina. Ricardo respondeu pelo homicídio com as qualificadoras de asfixia, dificuldade de defesa da vítima e violência de gênero, além da ocultação do cadáver em contexto de violência doméstica. A defesa afirmou que “acolhe e reconhece a decisão do conselho de sentença”.

O júri absolveu Terezinha de Jesus Guinaia, avó paterna de Eduarda, das acusações de ocultação de cadáver e falsidade ideológica. A criança desapareceu em 24 de abril de 2019 e a polícia encontrou seu corpo quatro dias depois, enterrado em um imóvel da família em Rolândia. A investigação concluiu que Ricardo esganou a filha e ocultou o corpo.