Alimentos puxam indústria “invisível” a recorde de R$ 33,2 bilhões

O setor brasileiro de papelão ondulado faturou R$ 33,2 bilhões em 2025, o maior valor da série histórica, segundo o Anuário Estatístico Empapel 2026, elaborado pela entidade em parceria com o FGV IBRE. As empresas expediram 4,23 milhões de toneladas no ano, e o Brasil manteve a posição de sexto maior produtor mundial.
Os alimentos responderam por 51,1% do volume expedido pelas empresas participantes do levantamento. Quando entram na conta horticultura, floricultura e fruticultura, com 8,17%, e avicultura, com 3,08%, essas atividades concentraram 62,35% das expedições do setor, que atende mais de 20 segmentos da economia.
A indústria superou 29 mil empregos diretos e acumula mais de R$ 17 bilhões em investimentos desde 2019, voltados a novas fábricas, modernização de unidades e ampliação da capacidade produtiva. Em 2025, a taxa de reciclagem de todos os tipos de papel no Brasil chegou a 60,4%, avanço de 1,6% em relação ao ano anterior.
