Pedófilo que fingia ser criança criou jogo falso para receber nudes de menina de 9 anos

A Justiça condenou um homem a 28 anos e 10 meses de prisão por crimes sexuais virtuais contra uma menina de 9 anos, moradora de Barreiras, na Bahia. A investigação foi conduzida pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Segundo os investigadores, o criminoso se passava por uma criança nas redes sociais usando o nome “Clarinha”.
De acordo com a apuração policial, o contato inicial ocorria por meio de um perfil falso na plataforma Kwai. Depois das primeiras conversas, a comunicação era transferida para o WhatsApp. Nesse ambiente, o homem apresentava às vítimas um suposto jogo com cerca de 60 fases e prometia dinheiro e aumento de seguidores nas redes sociais.
Cada etapa consistia no envio de fotos ou vídeos com práticas libidinosas. A vítima chegou a ser incentivada a cumprir cerca de 40 fases. O réu foi condenado por estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal, além dos crimes de produção, compartilhamento e posse de pornografia infantil previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
