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Perícia descarta estupro em morte de bebê no Ceará

Identificação visual do Governo do Ceará
Identificação visual do Governo do Ceará. Foto: Reprodução

O laudo da Perícia Forense do Ceará descartou violência sexual na morte de uma bebê de 10 meses em Fortaleza e apontou asfixia como causa da morte. A conclusão contrariou a avaliação inicial do hospital onde a criança recebeu atendimento, que havia levado a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará a divulgar o caso como suspeita de estupro de vulnerável seguido de morte.

A secretaria afirmou que exames laboratoriais não encontraram álcool nem drogas no sangue da criança. A perícia também não constatou presença de sêmen nem material genético dos dois homens presos em flagrante no corpo dela, e o exame sexológico não indicou violência sexual. Com a conclusão dos laudos, a Polícia Civil passou a tratar o caso como homicídio culposo.

Os presos foram identificados como Francisco Ray Rodrigues Magalhães, de 22 anos, que mantinha relacionamento com a mãe da criança, e Roberto Levy Oliveira Magalhães, de 26, primo dele. A Justiça do Ceará converteu as prisões em preventiva na terça-feira (14). A bebê morreu na casa onde Ray morava; a mãe estava no local, acreditou inicialmente que a filha tivesse engasgado e levou a criança a uma unidade de saúde após acionar a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros.