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PM morto durante treino de jiu-jitsu tinha caso com mulher de suspeito, diz investigação

Jonathan Vieira dos Santos e o cabo da Polícia Militar Renato Oliveira Aragão. Foto: Reprodução

A Polícia Civil de Mato Grosso concluiu o inquérito sobre a morte do cabo Renato Oliveira Aragão, assassinado durante uma aula de jiu-jitsu em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Jonathan Vieira dos Santos, de 33 anos, foi indiciado na sexta-feira pelo crime de homicídio qualificado por meio cruel e por recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Com informações do UOL.

A investigação apontou motivação passional. Segundo a polícia, o policial mantinha havia mais de dois anos, entre términos e reatamentos, um relacionamento extraconjugal com a companheira do suspeito. Jonathan permaneceu em silêncio durante o interrogatório, mas a corporação afirmou que os elementos reunidos confirmaram a autoria e a ação isolada. A arma usada no crime pertencia ao investigado, que a mantinha de forma irregular havia anos.

Renato dava aula em um projeto social quando o suspeito invadiu o centro de treinamento e atirou várias vezes contra ele. Alunos imobilizaram Jonathan após os disparos, e policiais militares o levaram à delegacia. O investigado segue preso preventivamente, enquanto o inquérito foi encaminhado à Justiça para análise do Ministério Público.