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PM preso por conivência com golpismo recebeu pix de colegas e de empresa de segurança

Jorge Eduardo Naime Barreto, ex-chefe de operações da PM do DF. (Foto: Reprodução)

Jorge Eduardo Naime Barreto, coronel ex-chefe de operações da Polícia Militar do Distrito Federal, segundo recente reportagem, recebeu transferências via Pix de subordinados e de uma empresa de segurança privada. As informações são do Metrópoles.

As informações foram descobertas após quebra do sigilo bancário de Jorge Naime. A solicitação havia sido realizada pela CPI que investiga os atos anti-democráticos ocorridos em Brasília no dia 8 de janeiro.

De acordo com o levantamento, Naime recebeu dinheiro de quatro policiais militares. Segundo o deputado Chico Vigilante, presidente da CPI, uma empresa de segurança privada de Barro Alto, em Goiás, também faz transferências para a conta do militar. Os pagamentos foram concluidos pouco tempo antes das eleições de 2022 até janeiro de 2023.

Jorge Eduardo Naime foi preso por suposta conivência com os atos golpistas de 8 de janeiro que culminaram na destruição da Praça dos Três Poderes, em Brasília, ele teria propositalmente “retardado” as ações de defesa dos policiais militares no dia das invasões. Barreto era o chefe do setor responsável por elaborar o plano de segurança do DF e estava de folga no fatídico dia. As investigações seguem em curso.

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